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quarta-feira, 18 de abril de 2012
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Saiba um pouco mais sobre o Curso de Gestão da Informação - UFPR
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
FOLKSONOMIA
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Infometria
Ementa da Disciplina: Ferramentas, técnicas, tipos de análises e indicadores infométricos para a gestão da informação e do conhecimento.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Ementa da Disciplina: Ferramentas, técnicas, tipos de análises e indicadores infométricos para a gestão da informação e do conhecimento.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
FOLKSONOMIA
Desde os primórdios o ser humano tem o hábito de classificar os objetos segundo suas características. Sejam os diferentes povos, divididos por sua religião, etnias ou cultura, como também os animais, vegetais, minérios, como também as substâncias ditas essenciais para a vida pelos filósofos gregos.
Com o passar do tempo e com a evolução do conhecimento humano estas classificações começaram a ser explicitadas, normatizadas e compartilhadas, surgindo assim, por exemplo, a tabela periódica, agrupando os elementos em famílias, levando em consideração as características de cada elemento. Podemos citar também a classificação dos seres vivos em classes, subclasses, gêneros e outros, agrupando os seres vivos por características. A esse agrupamento foi dado o nome de taxonomia, e esta que, inicialmente era aplicada apenas aos seres vivos, teve seu significado ampliado, sendo utilizada em vários campos.
A taxonomia adequou-se a área da Ciência da Informação, mais especificamente a Biblioteconomia, sendo utilizada para a classificação de documentos e livros.
Com a evolução da Informática, incluindo especialmente a questão dos computadores pessoais e sua alta capacidade de armazenamento e também a Internet e o ambiente colaborativo da web 2.0, a taxonomia deixou de ser um método eficiente para alguns objetivos. Esta tem como característica principal ser prevista antes de iniciar a classificação dos objetos, sendo rígida para as rápidas mudanças que o conhecimento vive atualmente. A Folksonomia, parte da técnica chamada tagging (etiquetamento), surgiu justamente como proposta para acompanhar estas mudanças.
Este trabalho explanou sobre a Folksonomia, seu surgimento, os prós e contras, características, críticas e polêmicas de sua adoção. Apresentou-se também a Tag Cloud, ou Nuvem de Etiquetas, método que permite visualizar a utilização das tags. Além disso, buscou-se expor a estrutura básica que um banco de dados deve possuir para sustentar a Folksonomia, bem como o código PHP para a extração dos dados do banco de dados, a fim de elaborar a Tag Cloud. Por fim, o trabalho mostra a utilização da Folksonomia na prática, por meio da ferramenta Flickr.
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Portfólio Acadêmico 2009
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Mineração de Dados
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Mineração de Dados
Ementa da Disciplina: Técnicas de descoberta de conhecimento em bancos de dados utilizando as diversas tarefas de mineração de dados.
Ementa da Disciplina: Técnicas de descoberta de conhecimento em bancos de dados utilizando as diversas tarefas de mineração de dados.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Este trabalho teve como objetivo apresentar um apanhado das principais tarefas e técnicas para a prática de mineração de dados em uma base de dados pré-determinada retirada do repositório de dados UCI Machine Learning Repository . Além disso, discutimos algumas técnicas utilizadas no uso de algoritmos de mineração de dados com o auxílio do software WEKA. Fizemos uma análise utilizando os algoritmos DECORATE e J48, apresentando as principais tarefas para análise dos dados e os resultados que foram obtidos.
Inicialmente foi apresentado e explicado a base de dados onde foi aplicada a técnica de mineração de dados. Posteriormente foram descritas duas alternativas de algoritmos utilizados para processamento dos dados da base. Apresentou-se uma descrição dos resultados obtidos no ambiente do software WEKA, em seguida , as análises realizadas e questões relativas à utilização do software. Por fim, foram apresentadas as conclusões da mineração de dados realizadas neste trabalho.
MINERAÇÃO DE DADOS NA BASE BENCH CONNECTIONIST
(SONAR, MINAS VS ROCKS)
(SONAR, MINAS VS ROCKS)
Este trabalho teve como objetivo apresentar um apanhado das principais tarefas e técnicas para a prática de mineração de dados em uma base de dados pré-determinada retirada do repositório de dados UCI Machine Learning Repository Inicialmente foi apresentado e explicado a base de dados onde foi aplicada a técnica de mineração de dados. Posteriormente foram descritas duas alternativas de algoritmos utilizados para processamento dos dados da base. Apresentou-se uma descrição dos resultados obtidos no ambiente do software WEKA, em seguida , as análises realizadas e questões relativas à utilização do software. Por fim, foram apresentadas as conclusões da mineração de dados realizadas neste trabalho.
Autor: Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
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Portfólio Acadêmico 2009
Paternalismo - Cultura Organizacional
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Informação e Cultura Organizacional
Ementa da Disciplina: O papel da informação nos processos de comunicação corporativa entre indivíduos e grupos e seu reflexo na cultura, no ambiente e na aprendizagem organizacional.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
ESTUDO DO TEXTO: A ROUPA SURRADA E O PAI
O estudo de Bresler apresenta uma análise realizada por uma pesquisa participante em uma marcenaria situada na cidade de São Paulo. Essa análise possibilitou um estudo da cultura organizacional e o comportamento das pessoas e da sociedade externa ao ambiente organizacional. Esta pesquisa também demonstrou como a “imagem paterna” age como forma de controle e as relações de poder que o “pai” possui dentro da hierarquia organizacional.
Este estudo etnográfico organizacional apresentou como a vestimenta, ou seja, a “roupa surrada” é um símbolo que cria vínculo entre trabalhadores, além de criar um processo de hierarquização social. O autor demonstra a importância do processo de transformação de sua roupa na sua integração com os demais trabalhadores da marcenaria. Também percebe-se que a roupa é um dos elementos simbólicos de classificação e ordenação social, ou seja, a sociedade reconhece a posição social da pessoa de acordo com a roupa ou vestimenta que o indivíduo está usando. Acredita-se que a função do trabalhador é retratada pela roupa que se está vestindo, e, dependendo da situação, esta pessoa poderá ser menos valorizada no âmbito social.
Além dos símbolos visualizados, percebeu-se a importância da imagem paterna servindo como modelo referencial para os outros membros do grupo. Portanto, ter um “pai” dentro da organização, além de auxiliar na obtenção de um maior aprendizado e sucesso profissional, pode ser visualizado como uma forma de controle menos explícita das relações de poder dentro da empresa.
Acredito que a pesquisa in loco permite uma visualização melhor do contexto organizacional, desta forma, é possível entender como certos “elementos superficiais” da cultura organizacional, como os ritos, rituais, símbolos, linguagem, etc, podem ser interpretados auxiliando a visualização das normas e valores culturais das organizações.
Autor: Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz
REFERÊNCIA
BRESLER, R. A roupa surrada e o pai: etnografia de uma marcenaria. In: MOTTA, F. P. e CALDAS, M. (Ed.). Cultura organizacional e cultura brasileira. São Paulo: Atlas, 1997.
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Portfólio Acadêmico 2009
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Gestão do Conhecimento
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Gestão do Conhecimento
Ementa da Disciplina: o conhecimento e as organizações. Conceito de gestão do conhecimento. Estudos em gestão do conhecimento. Condições para a implantação de um programa de gestão do conhecimento e avaliação de seus resultados. Desdobramentos de um programa de gestão do conhecimento.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Com o mercado cada vez mais competitivo e globalizado, a tendência das empresas é a diferenciação, e um dos principais focos das organizações da era da informação é a tendência de diferenciar-se pelo uso da informação e pela forma como conseguem administrar esta informação. Segundo BARROS et al (2008) hoje, o maior desafio das organizações está em utilizar estas informações para aprender e converter o conhecimento de seus colaboradores em conhecimento organizacional. As empresas que são capazes de gerenciar seus conhecimentos com eficácia, incentivando o compartilhamento e a aprendizagem organizacional, conseguem aperfeiçoar suas habilidades estratégicas e alcançar níveis mais altos de eficiência organizacional.
Empresas de engenharia vem sofrendo cada vez mais com o aumento da competitividade do setor, e, por terem reputação de tradicionalistas, acabam sendo consideradas como organizações fechadas aos novos modelos organizacionais. Porém, algumas destas empresas já estão ampliando seu foco organizacional e implantando sistemas com forte orientação para um estilo mais participativo de gestão e a padronização dos processos, contribuindo de forma significativa para que as empresas registrassem e disseminassem o conhecimento na organização. Observa-se, que existe a falta de uma gestão adequada deste conhecimento, pois muito do que se produz de conhecimento no âmbito das organizações está disperso na cabeça das pessoas, em papel ou em meio eletrônico e espalhado pelos diversos setores da empresa. É comum a inexistência ou mesmo uma grande dificuldade para acessar as informações e os indicadores produzidos pela própria organização. Não existe muita clareza sobre quais as informações e como estas precisam ser preservadas e divulgadas. A transmissão do conhecimento quase sempre se processa de maneira informal e espontânea.
A implantação de um projeto de Gestão do Conhecimento com foco na preservação da memória organizacional e no mapeamento do conhecimento poderá contribuir para um melhor aproveitamento destes recursos organizacionais, podendo auxiliar a tomada de decisão e contribuir para o desenvolvimento dos profissionais, e por conseqüência, a própria empresa.
Autores: Anderson Mendes Brito, André Vinícius Garlet Lauschner, Bruno Périco, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz
REFERÊNCIAS:
BARROS, Cristina et al. Gestão do conhecimento na administração pública. IMAP, Curitiba, 2008.
Ementa da Disciplina: o conhecimento e as organizações. Conceito de gestão do conhecimento. Estudos em gestão do conhecimento. Condições para a implantação de um programa de gestão do conhecimento e avaliação de seus resultados. Desdobramentos de um programa de gestão do conhecimento.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
PROJETO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO EM EMPRESA DE ENGENHARIA
Com o mercado cada vez mais competitivo e globalizado, a tendência das empresas é a diferenciação, e um dos principais focos das organizações da era da informação é a tendência de diferenciar-se pelo uso da informação e pela forma como conseguem administrar esta informação. Segundo BARROS et al (2008) hoje, o maior desafio das organizações está em utilizar estas informações para aprender e converter o conhecimento de seus colaboradores em conhecimento organizacional. As empresas que são capazes de gerenciar seus conhecimentos com eficácia, incentivando o compartilhamento e a aprendizagem organizacional, conseguem aperfeiçoar suas habilidades estratégicas e alcançar níveis mais altos de eficiência organizacional.Empresas de engenharia vem sofrendo cada vez mais com o aumento da competitividade do setor, e, por terem reputação de tradicionalistas, acabam sendo consideradas como organizações fechadas aos novos modelos organizacionais. Porém, algumas destas empresas já estão ampliando seu foco organizacional e implantando sistemas com forte orientação para um estilo mais participativo de gestão e a padronização dos processos, contribuindo de forma significativa para que as empresas registrassem e disseminassem o conhecimento na organização. Observa-se, que existe a falta de uma gestão adequada deste conhecimento, pois muito do que se produz de conhecimento no âmbito das organizações está disperso na cabeça das pessoas, em papel ou em meio eletrônico e espalhado pelos diversos setores da empresa. É comum a inexistência ou mesmo uma grande dificuldade para acessar as informações e os indicadores produzidos pela própria organização. Não existe muita clareza sobre quais as informações e como estas precisam ser preservadas e divulgadas. A transmissão do conhecimento quase sempre se processa de maneira informal e espontânea.
A implantação de um projeto de Gestão do Conhecimento com foco na preservação da memória organizacional e no mapeamento do conhecimento poderá contribuir para um melhor aproveitamento destes recursos organizacionais, podendo auxiliar a tomada de decisão e contribuir para o desenvolvimento dos profissionais, e por conseqüência, a própria empresa.
Autores: Anderson Mendes Brito, André Vinícius Garlet Lauschner, Bruno Périco, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz
REFERÊNCIAS:
BARROS, Cristina et al. Gestão do conhecimento na administração pública. IMAP, Curitiba, 2008.
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Gestão do Conhecimento,
Portfólio Acadêmico 2009
Ergonomia da Informação
Trabalho/Projeto
realizado na Disciplina: Ergonomia da Informação
Ementa da Disciplina: estudo
da informação, tendo por referência o conceito de ergonomia no contexto
do uso
de recursos de mídia disponíveis e sua aplicação na elaboração de
produtos e
serviços de informação.
Resumo
do Trabalho/Projeto realizado:
ARTIGO SOBRE
ERGONOMIA DA INFORMAÇÃO
Este
artigo apresentou a importância da ergonomia da informação nas relações
entre
pessoas e o ambiente/objetos, principalmente as informações disponíveis
nos
objetos. Cada vez mais, existe a necessidade de usabilidade e
acessibilidade da
informação por parte das pessoas, pois as informações estão presentes em
todo
ambiente que cercam essas pessoas, distribuídas em objetos, que podem
ser ditos
como os produtos e serviços informacionais, como por exemplo: cartazes,
revistas, manuais, outdoors, placas de sinalização, além de computadores
com
seus sistemas de informação e softwares com o uso da interface
homem-computador. Contudo, nota-se em alguns casos, que essas
informações não
estão acessíveis de forma evidente, dificultado o acesso e uso da
informação
por parte das pessoas. Estudos ergonômicos da informação podem ser
realizados
como ferramenta para uma melhora na acessibilidade, maior compreensão e
interação entre homem e objetos, gerando produtos/serviços
informacionais e
interfaces elaboradas com foco no usuário e suas necessidades
informacionais.
Autor:
Rubens
Rodrigo Fernandez Alcaraz.
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Ergonomia,
Portfólio Acadêmico 2009
quinta-feira, 11 de março de 2010
Informação como bem econômico
Assista um excelente vídeo sobre a importância da Informação na economia!
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Quanto vale a informação?
Esta é uma das perguntas que mais temos dificuldade para as organizações responderem.
O Ponemon Institute em seu estudo anual avalia que em 2009 o valor por registro perdido ou roubado é de US$ 204. Em 2008 era de US$ 202, porém há cinco anos era de US$ 66. O levantamento foi baseado em informações de 45 empresas que reconheceram publicamente a violação de dados confidenciais de clientes ao longo de 2009. Foram levados em consideração com o custo de negócios perdidos por causa do incidente, honorários de advogados e despesas com treinamento e tecnologia para solucionar o problema.
O presidente e fundador do Ponemon Institute, Larry Ponemon, esclarece os três fatores principais que levam à violação de dados. "Neglicência, com pessoas cometendo erros como laptops perdidos, responde por 40% dos casos de violação de dados. O segundo fator, com 36%, são falhas de sistema. A terceira forma são os ataques mal intencionados e criminosos, com 24%".
Se considerarmos um pequeno arquivo de mil registros, teremos um possível impacto financeiro de US$ 204 mil.
Evidentemente que temos que considerar que a pesquisa foi realizada no mercado americano. Mas, mais importante do que o valor de US$ 204 por registro é o crescimento deste valor nos últimos cinco anos.
A avaliação do custo da informação é uma questão que precisa ser definida pela organização. Evidentemente que os gestores das organizações não estão acostumados com esta preocupação. Eu considero esta situação normal. O gestor da segurança (interno ou consultor) é quem deve criar condições para que a organização através do gestor da informação identifique esse valor. Quando desenvolvemos planos enfrentar situações de contingência a identificação do valor da informação é obrigatória.
Para uma ação desse tipo é fundamental que os executivos da organização realmente desejem ter um processo de segurança da informação que exigirá recurso financeiro, recursos de tecnologia e o mais importante de todos: o recurso tempo. Sim, tempo! Tempo porque precisaremos de tempo dos gestores de negócio e dos executivos da organização.
Informação tem valor! É um fato. Mas, qual o valor da informação na sua organização?
O Ponemon Institute em seu estudo anual avalia que em 2009 o valor por registro perdido ou roubado é de US$ 204. Em 2008 era de US$ 202, porém há cinco anos era de US$ 66. O levantamento foi baseado em informações de 45 empresas que reconheceram publicamente a violação de dados confidenciais de clientes ao longo de 2009. Foram levados em consideração com o custo de negócios perdidos por causa do incidente, honorários de advogados e despesas com treinamento e tecnologia para solucionar o problema.
O presidente e fundador do Ponemon Institute, Larry Ponemon, esclarece os três fatores principais que levam à violação de dados. "Neglicência, com pessoas cometendo erros como laptops perdidos, responde por 40% dos casos de violação de dados. O segundo fator, com 36%, são falhas de sistema. A terceira forma são os ataques mal intencionados e criminosos, com 24%".
Se considerarmos um pequeno arquivo de mil registros, teremos um possível impacto financeiro de US$ 204 mil.
Evidentemente que temos que considerar que a pesquisa foi realizada no mercado americano. Mas, mais importante do que o valor de US$ 204 por registro é o crescimento deste valor nos últimos cinco anos.
A avaliação do custo da informação é uma questão que precisa ser definida pela organização. Evidentemente que os gestores das organizações não estão acostumados com esta preocupação. Eu considero esta situação normal. O gestor da segurança (interno ou consultor) é quem deve criar condições para que a organização através do gestor da informação identifique esse valor. Quando desenvolvemos planos enfrentar situações de contingência a identificação do valor da informação é obrigatória.
Para uma ação desse tipo é fundamental que os executivos da organização realmente desejem ter um processo de segurança da informação que exigirá recurso financeiro, recursos de tecnologia e o mais importante de todos: o recurso tempo. Sim, tempo! Tempo porque precisaremos de tempo dos gestores de negócio e dos executivos da organização.
Informação tem valor! É um fato. Mas, qual o valor da informação na sua organização?
Fonte:
Edison Fontes, CISM, CISA
Consultor, Professor e Autor de Livros de Segurança da Informação.
Núcleo Inteligência. Participa ABSEG, ISACA e InfoSecCouncil.
Consultor, Professor e Autor de Livros de Segurança da Informação.
Núcleo Inteligência. Participa ABSEG, ISACA e InfoSecCouncil.
Retirado de: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=58&arquivo=01/2010
Acesso em: 25/02/2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
O poder das Redes Sociais
A AgênciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais.
Assista o vídeo:
Existe uma enorme quantidade informacional sobre os usuários de Redes Sociais no Brasil. Essas informações vem sendo exploradas a fim de se realizar várias ações, pricipalmente o Marking de produtos e serviços com o uso da publicidade. As Redes Sociais, além de serem redes de comunicação e relacionamento entre usuários da internet, são uma grande fonte de informação, pois sabe-se que muitas empresas já utilizam as Redes Sociais como fonte de informação sobre seus clientes e até mesmo futuros funcionários. Neste ponto surge a pergunta: As Redes Sociais não seriam um novo mercado da informação?
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
PARABÉNS AOS NOVOS CALOUROS DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO - UFPR 2010
Abaixo encontra-se a Relação dos Candidatos Aprovados - Processo Seletivo 2009/2010
EM GESTÃO DA INFORMAÇÃO - UFPR
1º SEMESTRE
031280 ANA NILCE GALDINO DE AGUIAR
031339 BRUNA TELES DE SOUZA
031342 BRUNO CAMARGO CORREA
031346 CAMILA GABRIELI ARAUJO
031237 CAMILA JANISKI GUESSER
031245 CAROLINA CASTRO ROSSATO
031297 CLEYTON GUERINO DALL AGNOL DA CRUZ
031235 CRISTHYANNA REGINA KESSELI
031289 FABIO ANDRUKIU
031311 GUSTAVO LUIZ VITOLA
031318 HELISANE FARIA
031236 IDIVALDO ANTONIO SANTOS
031241 IZABELA LUANA PRATES
031301 JACKSON LUIZ CAMARGO
031337 JENNIFER VENDRAMNINI DE CASTILHOS
031323 JESSICA LOURENCO DA SILVA
031335 JOAO HENRIQUE MARTINS REBELO DALL
031298 JULIANA RODRIGUES
031258 KATHERINE KELLNER
031321 KATHERINE LUINE DIAS
031273 LETICIA FERNANDA DE LIMA FIDELIS
031246 LUIZ FERNANDO MARZANI DA SILVA
031325 MARIA AUGUSTA MELANI
031250 MICHELE HASSELMANN
031310 MISAEL DOS SANTOS
031334 PAULA HARA DA SILVA
031344 PAULA QUEIROZ MADURO
031343 RUHAN PABLO ACOSTA SANABRIA
031225 THAIS PAIM MARINHO
031261 WASHINGTON RICHEL SAITO DA SILVA
2º SEMESTRE
031293 ADAILTON ANTONIO TAQUES
031328 ANA PAULA KACHOROWSKI
031285 ANDRE MATEUS ZAVADNIAK
031248 ANNE CAROLINE SANTOS TULIO
031251 BIANCA LOUISE CARVALHO DE MEIRA
031244 CAMILA DE ALMEIDA
031288 CAMILLA TIMM
031316 DANIEL CERQUEIRA COSTA
031256 DANIEL SILVA PAIXAO
031283 FERNANDA CAROLINA BAPTISTA FERREIRA
031234 GUILHERME HENRIQUE DE ALMEIDA
031329 GUSTAVO DOS SANTOS CARNASCIALI
031317 GUSTAVO ZANETTI
031226 HENRY WILLIAM DE OLIVEIRA ROSA
031332 JEAN MATIAS SCHNEIDER
031275 JULIANA BUSNELLO DE OLIVEIRA
031303 LAURO CESAR MENDES DE OLIVEIRA
031284 LEANDRO DE LIMA MINCHUEL
031351 MARCELA PAZINI DADAMO
031287 MARIANA ULTECHAK
031331 MILENA CRISTINA PEDROSO DE MORAES
031223 MILENE MIQUELISSA MULLER
031341 PAULO CEZARTEILOR JUNIOR
031315 PEDRO MARINHO LOPES
031253 RODRIGO GOEDICKE
031229 SUELLEM VIERA DA SILVA DOS SANTOS
031281 SUZANA SALETE DE SOUZA
031340 TAMARA CAROLINA MEDEIROS SILVA
031336 TATIANE APARECIDA NETO
031313 VALQUIRIA ANGELICA RUMOR
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Artigo de professora da Gestão da Informação recebe prêmio na Itália
A professora Denise Fukumi Tsunoda, do
Departamento de Ciência e Gestão da Informação da UFPR, teve um artigo
premiado no 9º ISDA – Internationak Conference on Intelligent Systems
and Aplications (Conferência Internacional em Intligência de Sistemas e
Aplicações).
O evento aconteceu em Pisa, Itália, no período de 30 de novembro a 2 de dezembro de 2009. Intitulado MAHATMA: a Genetic Programming- Based Tool for Protein Classification, o artigo foi escrito em colaboração com mais dois professores: Heitor Silvério Lopes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Alex Alves Freitas da Universidade de Kent, na Inglaterra. Durante a conferência, o texto recebeu a premiação de melhor artigo do evento e o convite para publicação no Journal ‘Soft Computing’.
O evento aconteceu em Pisa, Itália, no período de 30 de novembro a 2 de dezembro de 2009. Intitulado MAHATMA: a Genetic Programming- Based Tool for Protein Classification, o artigo foi escrito em colaboração com mais dois professores: Heitor Silvério Lopes da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e Alex Alves Freitas da Universidade de Kent, na Inglaterra. Durante a conferência, o texto recebeu a premiação de melhor artigo do evento e o convite para publicação no Journal ‘Soft Computing’.
Fonte: Portal da Universidade Federal do Paraná. Disponível em: http://www.ufpr.br/adm/templates/index.php?template=2&Cod=5931. Acesso em: 08/01/2010.
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sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Cartilha de Segurança da Informação para Internet
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Segurança da Informação
Ementa da Disciplina: estudo da segurança em ambientes de rede: vulnerabilidade da informação e dos recursos tecnológicos; princípios de criptografia e biometria sob a ótica das normas técnicas e padrões de segurança nacionais. Planos de segurança, contingência e continuidade de negócios.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Ementa da Disciplina: estudo da segurança em ambientes de rede: vulnerabilidade da informação e dos recursos tecnológicos; princípios de criptografia e biometria sob a ótica das normas técnicas e padrões de segurança nacionais. Planos de segurança, contingência e continuidade de negócios.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Cartilha de Segurança da Informação para Internet
A informação é importante para os negócios de uma organização e usuários de computadores, conseqüentemente necessita ser adequadamente protegida. Isto é especialmente importante no ambiente dos negócios, cada vez mais interconectado via Internet e usuários que fazem uso deste recurso tanto para comunicação como comercialização e compra de produtos via Internet. O resultado deste incrível aumento da interconectividade é que a informação está agora exposta a um crescente número e a uma grande variedade de ameaças e vulnerabilidades. Criou-se então, uma versão resumida da cartilha de referência (CGI.BR,2006) baseada numa visão estratégica que irá permitir encarar a segurança da informação atendendo as necessidades dos usuários e especificando as principais áreas técnicas apresentadas na "cartilha de segurança para internet" da CGI.BR, para todos aqueles que, independentemente do seu grau de conhecimento técnico, lidam com computadores e conseqüentemente com a informação. Mostra-se como garantir a segurança da informação para o usuário de computadores. Essas técnicas podem ser aplicadas por qualquer usuário que interaja de alguma forma com computadores e ambientes informatizados, desde usuários pessoas físicas, profissionais de informática e das tecnologias e sistemas de informação, responsáveis de segurança em redes, diretores, gestores ou chefes de departamentos técnicos ou de áreas de negócio, e em especial, os Gestores da Informação.REFERÊNCIA
CGI.BR, Cartilha de Segurança para Internet, versão 3.1 / CERT.br – São Paulo: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2006.
Autor: Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
CLICK AQUI e faça o download do resumo da cartilha de segurança para internet!
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Internet,
Portfólio Acadêmico 2009,
Seguranaça da Informação
Cartilha – Portabilidade em Planos de Saúde
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Produtos e Serviços de Informação
Autores: Bruno Périco, Juliana Moraes, Lenísia Monteiro, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
CLICK AQUI e faça o download da cartilha!
Ementa da Disciplina: Planejamento e projeto de serviços e/ou produtos de informação/comunicação.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Cartilha – Portabilidade em Planos de Saúde
Com o início da proposta do Governo Federal para Portabilidade dos Planos de Saúde, iniciou-se o direito dos usuários de planos de saúde fazerem a troca de operadoras de planos de saúde sem a perda de privilégios, principalmente a carência para realização de exames e internações hospitalares. A portabilidade foi definida em uma resolução da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada em 15 de janeiro de 2009 por meio da Resolução Normativa nº 186, de janeiro de 2009.
Para auxiliar o beneficiário que deseja exercer a portabilidade de planos de saúde e facilitar o acesso a informações daqueles que pretendem contratar um plano de saúde, desenvolvemos um produto de informação: A CARTILHA DE PORTABILIDADE EM PLANOS DE SAÚDE. Esse produto informacional tem o objetivo de orientar os usuários de planos de saúde, suprindo suas necessidades informacionais sobre esse assunto.
Para auxiliar o beneficiário que deseja exercer a portabilidade de planos de saúde e facilitar o acesso a informações daqueles que pretendem contratar um plano de saúde, desenvolvemos um produto de informação: A CARTILHA DE PORTABILIDADE EM PLANOS DE SAÚDE. Esse produto informacional tem o objetivo de orientar os usuários de planos de saúde, suprindo suas necessidades informacionais sobre esse assunto.
Autores: Bruno Périco, Juliana Moraes, Lenísia Monteiro, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
CLICK AQUI e faça o download da cartilha!
Planejamento Estratégico em Empresa de Engenharia em Mineração
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Informação e Estratégia
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Autores: Bruno Périco, Juliana Moraes, Lenísia Monteiro, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
"A ESTRATÉGIA É SEMPRE MAIS IMPORTANTE!" - Assista o vídeo:
Ementa da Disciplina: A informação como fonte de vantagem competitiva na definição e formulação de estratégias e no apoio à decisão. Monitoramento dos fatores críticos de sucesso nas organizações.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Planejamento Estratégico em Empresa de Engenharia em Mineração
Uma das formas de classificar a empresa quanto á sua organização, é aquela que a vê como um ser orgânico, e como todo o ser ele necessita de comunicar, interagir, prever, defender tanto do seu ambiente interno como também do seu ambiente externo. Estratégia é:
“Padrão coerente de decisões de aplicação dos recursos e exploração das condições do mercado visando os objetivos de longo prazo da empresa.”
(Prof. Fabio Mariotto – FGV EAESP)
Para que essas ações sejam realizadas com êxito faz-se necessária à implementação de um plano estratégico, seja ele de curto, médio ou longo prazo dependendo das necessidades apontadas pela empresa.
“O Planejamento Estratégico é uma metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela Organização, visando maior grau de interação com o ambiente”. Philip KOTLER (1975)
Não se pode dizer que uma empresa não será bem sucedida ou mesmo que não sobreviverá sem um plano estratégico, mas devemos concordar que a sua ausência é uma das principais causas de insucesso empresarial. Todo planejamento estratégico é feito com o intuito de responder a questão onde estamos e onde queremos chegar, por isso vê-se a necessidade de criar um plano para a empresa, pois com isso ela poderá melhorar as suas atividades e também reduzir os custos.
Dentro desse contexto, traçamos um planejamento estratégico de forma a atender as necessidades de uma empresa de Engenharia em Mineração e dos seus clientes, visando otimizar os seus processos com o menor custo possível para que a empresa possa ampliar sua participação no mercado e servir de referência em sua área de atuação.
Foi realizado um estudo em uma empresa, com visitas ao local para uma análise do ambiente interno da empresa. Coletamos informações para realização de uma análise geral da empresa indicando os pontos fortes e os fracos, assim como as possíveis oportunidades e ameaças a que ela estará sujeita devido a ações realizadas no ambiente externo (análise de SWOT). Com a análise SWOT também pode-se minimizar as possíveis ameaças e neutralizar os pontos fracos, a partir de medidas corretivas.
Após a análise completa do ambiente organizacional, a nível interno e externo, foi traçado um projeto de plano estratégico de médio prazo, com ênfase em Gestão do Conhecimento.
“Padrão coerente de decisões de aplicação dos recursos e exploração das condições do mercado visando os objetivos de longo prazo da empresa.”
(Prof. Fabio Mariotto – FGV EAESP)
Para que essas ações sejam realizadas com êxito faz-se necessária à implementação de um plano estratégico, seja ele de curto, médio ou longo prazo dependendo das necessidades apontadas pela empresa.
“O Planejamento Estratégico é uma metodologia gerencial que permite estabelecer a direção a ser seguida pela Organização, visando maior grau de interação com o ambiente”. Philip KOTLER (1975)
Não se pode dizer que uma empresa não será bem sucedida ou mesmo que não sobreviverá sem um plano estratégico, mas devemos concordar que a sua ausência é uma das principais causas de insucesso empresarial. Todo planejamento estratégico é feito com o intuito de responder a questão onde estamos e onde queremos chegar, por isso vê-se a necessidade de criar um plano para a empresa, pois com isso ela poderá melhorar as suas atividades e também reduzir os custos.
Dentro desse contexto, traçamos um planejamento estratégico de forma a atender as necessidades de uma empresa de Engenharia em Mineração e dos seus clientes, visando otimizar os seus processos com o menor custo possível para que a empresa possa ampliar sua participação no mercado e servir de referência em sua área de atuação.
Foi realizado um estudo em uma empresa, com visitas ao local para uma análise do ambiente interno da empresa. Coletamos informações para realização de uma análise geral da empresa indicando os pontos fortes e os fracos, assim como as possíveis oportunidades e ameaças a que ela estará sujeita devido a ações realizadas no ambiente externo (análise de SWOT). Com a análise SWOT também pode-se minimizar as possíveis ameaças e neutralizar os pontos fracos, a partir de medidas corretivas.
Após a análise completa do ambiente organizacional, a nível interno e externo, foi traçado um projeto de plano estratégico de médio prazo, com ênfase em Gestão do Conhecimento.
Autores: Bruno Périco, Juliana Moraes, Lenísia Monteiro, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
"A ESTRATÉGIA É SEMPRE MAIS IMPORTANTE!" - Assista o vídeo:
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Informação e Estratégia,
Portfólio Acadêmico 2009
Abertura de uma empresa de Consultoria em TI
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Gestão de Negócios
Ementa da Disciplina: Estudo das técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, utilizando metodologias que priorizem a criatividade e a aprendizagem pró-ativa. Gerência em produtos e serviços de informação.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Ementa da Disciplina: Estudo das técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades e gerenciamento dos recursos necessários ao negócio, utilizando metodologias que priorizem a criatividade e a aprendizagem pró-ativa. Gerência em produtos e serviços de informação.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Abertura de uma empresa de Consultoria em TI
Com o impacto do incremento do uso das tecnologias de informação nas organizações sobre a eficácia das mesmas, e tendo em vista que estamos na era da informação, que vem promovendo à economia global como um todo no sentido de intensificar o uso das tecnologias de informação como uma opção viável para as empresas, e, que elas fiquem alheias a tal tendência, surgem novas formas de pensamento, colaboração e trabalho associados a níveis de desempenho mais elevados do que os padrões tradicionais de administração. Neste contexto, propusemos a criação de uma empresa “fictícia” de consultoria em TI com o nome de: TI ADVICE – Consultoria em Tecnologia da Informação.

Para abrir uma empresa realizamos um plano de negócio para apresentar o estudo de viabilidade de abertura de uma nova empresa, destinada a atuar na área de consultoria em tecnologia da informação. Este plano de negócio pode ser visto como um anteprojeto que foi apresentado e discutido com os colegas e graduandos de Gestão da Informação.
Para realizarmos este projeto, primeiramente fizemos uma análise de mercado e utilizamos técnicas de braintorming com os integrantes da equipe, optamos em criar um plano de negócio que visa à área de consultoria. Como alunos do Curso de Gestão da Informação da UFPR, tivemos a iniciativa de criar um plano de negócio para demonstrar as capacidades administrativas do futuro Gestor da Informação.
O que nos motivou para iniciativa deste plano de negócios, foi apresentar os conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso de Gestão da Informação – UFPR, principalmente das disciplinas de cunho tecnológico e administrativo com a utilização das técnicas da ciência da informação para pesquisas e coleta das informações relevantes à formação e estruturação do plano de negócios sugerido.
Autores: Alexander Markus, Bruno Périco, Juliana Moraes, Lenísia Monteiro, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
Click no link: http://video.google.com/videoplay?docid=-4882765731044726229#
para assistir o vídeo "Quem mexeu no meu queijo".
Este vídeo é baseado no livro: Who Moved My Cheese?, no original em inglês. O livro motivacional foi escrito pelo Dr. Spencer Johnson e apresenta a importância do planejamento e reação às mudanças.
Projeto de Banco de Dados
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Banco de Dados
Ementa da Disciplina: arquitetura de bancos de dados relacionais com aplicação de linguagens de modelagem na especificação de sistemas. Banco de dados orientados a objetos sob os aspectos de segurança, controle de concorrência e integridade.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Projeto de Banco de Dados – CCE-UFPR
A divisão de manutenção de equipamentos do CCE – UFPR (Centro de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Paraná) é o departamento que faz a manutenção e instalação de hardware, impressoras, monitores, computadores, scanners, dentre outros equipamentos eletrônicos de patrimônio da Universidade Federal do Paraná. Neste setor são prestados os serviços de reinstalação e configuração de software e hardware em computadores; consultoria para compra de equipamentos de informática e softwares; atendimento em laboratório (usuário ou técnico trazem o equipamento de informática ou equipamento eletrônico ao Laboratório de Manutenção); atendimento em campo (técnico atende o equipamento no local do chamado).
O problema encontrado hoje, diz respeito ao almoxarifado do Setor de Manutenção do CCE-UFPR, pois as peças que se encontram neste local não estão catalogadas em um banco de dados. Isso dificulta o processo de atendimento, porque não se sabe quais peças encontram-se no almoxarifado, qual quantidade e assim por diante. Portanto, existe a necessidade de procurar a peça necessária para o conserto praticamente uma por uma.
Neste projeto, propus um banco de dados de peças para o almoxarifado. Esse banco de dados seria uma ferramenta importante para o processo de atendimento e manutenção dos equipamentos de informática.
Autor: Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
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Banco de Dados,
Portfólio Acadêmico 2009
Projeto de Políticas de Informação para empresa de TI
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Políticas de Informação
Ementa da Disciplina: Informação, poder, política e economia. O direito à informação. Modelos implícitos e explícitos de políticas de informação. Estudo de políticas nacionais e internacionais da informação, com ênfase no papel do Estado, nas políticas públicas de informação e cultura, bem como em iniciativas da sociedade civil.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Ementa da Disciplina: Informação, poder, política e economia. O direito à informação. Modelos implícitos e explícitos de políticas de informação. Estudo de políticas nacionais e internacionais da informação, com ênfase no papel do Estado, nas políticas públicas de informação e cultura, bem como em iniciativas da sociedade civil.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Projeto de Políticas de Informação para empresa de TI
As políticas de informação podem ser definidas como o "conjunto das ações e decisões orientadas a preservar e a reproduzir, ou, a mudar e substituir um regime de informação" (Gómez, 1999). Sendo que regime de informação é entendido por "conjunto (mais ou menos estável) de redes (relações) formais e informais nas quais as informações são produzidas, organizadas e transferidas de diferentes produtores, por intermédio de diversos meios, canais e veículos, a diferentes destinatários ou receptores de informação, generalistas ou especialistas” (Frohmann, 1995). Assim, entende-se que as políticas de informação são usadas para administrar ou controlar as informações. Para Davenport (1998) "a essência da política da informação é formada por quem faz as escolhas e pelas conseqüências que essa escolha determina", mostrando que há vários modelos de governar a informação explicitamente, mas também implicitamente, mesmo que não tão controlado pode gerar bons resultados nas empresas.
Isto nos instigou a querer aprofundar sobre as políticas de informação empresariais, pois cada uma se diferencia pelo comportamento e cultura da organização em relação à informação.
Visando um ambiente organizacional, escolhemos uma empresa na área de tecnologia da informação para realizar um estudo das políticas de informação e
administração de suas informações. Também fizemos uma análise da interferência das políticas de informação do Estado e como essas políticas influenciam as políticas informacionais da empresa, já que há varias legislações sobre informação que devem ser seguidas e a empresa deve se adaptar a elas.
Como resultado deste projeto, geramos um modelo de políticas de informação que amenize os impactos das políticas do Estado em relação à empresa.
Isto nos instigou a querer aprofundar sobre as políticas de informação empresariais, pois cada uma se diferencia pelo comportamento e cultura da organização em relação à informação.Visando um ambiente organizacional, escolhemos uma empresa na área de tecnologia da informação para realizar um estudo das políticas de informação e
administração de suas informações. Também fizemos uma análise da interferência das políticas de informação do Estado e como essas políticas influenciam as políticas informacionais da empresa, já que há varias legislações sobre informação que devem ser seguidas e a empresa deve se adaptar a elas.
Como resultado deste projeto, geramos um modelo de políticas de informação que amenize os impactos das políticas do Estado em relação à empresa.
REFERÊNCIAS:
DAVENPORT, Thomas H. Ecologia da Informação, Futura, 1998.
FROHMANN, B. Taking information policy beyond information science: applying the actor network theory. In: ANNUAL CONFERENCE CANADIAN ASSOCIATION FOR INFORMATION SCIENCE, 23, 1995, Edmond, Alberta. Proceeddings... Alberta, 1995.
GÓMEZ, N.G. de. "Da política de informação ao papel da informação na política contemporânea". Revista Internacional de Estudos Políticos. Rio de Janeiro, ano 1, n.1, abr. 1999, p.67-93.
Autores: Ana Claudia Gelenski, Bruno Périco, Debora Czornobai Ferrari, Gabriela Rodrigues Dauricio, Rosa Luiza Brites Shtorache, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
Marcadores:
Políticas de Informação,
Portfólio Acadêmico 2008
Projeto para Gerenciamento de Equipamentos de TI
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Gestão de Projetos
Ementa da Disciplina: estuda-se o processo de gerência de projetos voltados à informação, tendo como base o Project Management Institute (PMI) para o desenvolvimento de protótipos de produtos e serviços de informação.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Ementa da Disciplina: estuda-se o processo de gerência de projetos voltados à informação, tendo como base o Project Management Institute (PMI) para o desenvolvimento de protótipos de produtos e serviços de informação.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Projeto para Gerenciamento de Equipamentos de TI
Com advento de novas Tecnologias da Informação (TI’s) e o aumento de sua importância, há necessidade de se construir uma base sólida para o gerenciamento desta estrutura. Fazendo uma análise do complexo computacional dentro da Universidade Federal do Paraná (UFPR), percebemos que não ocorre um gerenciamento efetivo dos equipamentos de informática, tampouco existe uma política de aquisição e eliminação destes equipamentos. Surge então a necessidade de um projeto de gerenciamento de equipamentos de TI como parte do planejamento estratégico dentro do setor de Tecnologia da Informação na instituição.
Reunimos os principais conceitos da Gestão de Projetos propostos nos guias PMBOK e IMBOK. Também foram utilizados artigos e livros de especialistas da área. O projeto teve como objetivo mostrar “o como” atuar e operacionalizar as ações enfatizando as melhores práticas neste processo. Apresentamos o quão importante é a gestão integrada dos projetos com a gestão estratégica da UFPR, propondo formas de viabilização desta integração e demonstrando seu impacto no sucesso da implementação, pois com o projeto conectado e alinhado com a própria estratégia da Universidade, pode-se implantar uma gestão pró-ativa que identificará as principais e reais necessidades tecnológicas dentro da instituição. Neste projeto não levamos em consideração as restrições orçamentárias e a limitação quantitativa de recursos humanos pelo motivo de não termos o acesso ao orçamento real da Universidade.Esperamos que esse projeto para área computacional da UFPR possa contribuir, de modo efetivo, para o desenvolvimento de atividades acadêmicas e científicas, servindo de exemplo para outras instituições, utilizando melhor os recursos públicos, e tendo como retorno o conhecimento e prestação de serviços à sociedade.
Autores: Bruno Périco, Edson Luiz Ribeiro Filho, Flavio Augusto Marczak, João Paulo Raulino Borges, Robson E. Fernandes Soares, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
Quer saber mais sobre o PMBOK e o PMI (Project Management Institute)?
Entre no site PMI Brasil clicando no link abaixo:
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Gestão Eletrônica de Documentos – Dispositivos de Visualização e Saída de Imagens
Trabalho/Projeto realizado na Disciplina: Gestão de Documentos
Ementa da Disciplina: estudo da natureza e função dos diferentes conjuntos documentais em organizações. Princípios e processos da gestão de documentos. Critérios e metodologias para avaliação de documentos e elaboração de tabelas de temporalidade. Tecnologias aplicadas à gestão de documentos. Projetos de digitalização. Ambientes e sistemas de GED.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
A grande quantidade de documentos produzidos e existentes nas empresas e organizações públicas ou privadas, demandam de cuidados especiais no seu gerenciamento, pois se uma informação não está acessível na hora em que for solicitada, ela perde seu valor. Portanto, esse crescente volume de informações geradas nas corporações exige a conversão de documentos em papel para o meio digital. Com o intuito de melhorar a gerencia desses documentos e por conseqüência dessa informação a GED (Gestão Eletrônica de Documentos) veio por meio da tecnologia, prover um meio para gerar, armazenar, controlar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Os Sistemas de Gerenciamento eletrônico de Documentos não são simplesmente sistemas de gerenciamento de arquivos. A GED é mais, pois ela programa a categorização de documento, tabelas de temporalidade, ações de disposição e controla níveis de segurança.
A GED permite inúmeras vantagens dentre elas se destacam: diminuição no tempo de transmissão dos documentos, possibilidade de um mesmo documento ser examinado, simultaneamente, por várias pessoas e até mesmo diversos departamentos, diminuição dos custos operacionais e preservação do conhecimento da empresa. Para que tais benefícios sejam atendidos, é necessária uma estrutura básica para o sistema de GED, como, computadores (tanto a parte de hardware como a de software), impressoras, scanners, e outros dispositivos de entrada, visualização e saída de imagens. Nesse contexto, esse trabalho abordou os dispositivos de visualização e saída de imagens que são dispositivos que exibem dados e informações processadas pelo computador, também chamados de unidades de saída (no inglês input/output - I/O). Por outras palavras, permitem a comunicação no sentido do computador para o utilizador. Analisamos quais são esses dispositivos, como funcionam, qual tecnologia empregam e para quê são utilizados.
Autores: Ana Claudia Gelenski, Debora Czornobai Ferrari, Gabriela Rodrigues Dauricio, Rosa Luiza Brites Shtorache, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
Ementa da Disciplina: estudo da natureza e função dos diferentes conjuntos documentais em organizações. Princípios e processos da gestão de documentos. Critérios e metodologias para avaliação de documentos e elaboração de tabelas de temporalidade. Tecnologias aplicadas à gestão de documentos. Projetos de digitalização. Ambientes e sistemas de GED.
Resumo do Trabalho/Projeto realizado:
Gestão Eletrônica de Documentos – Dispositivos de Visualização e Saída de Imagens
A grande quantidade de documentos produzidos e existentes nas empresas e organizações públicas ou privadas, demandam de cuidados especiais no seu gerenciamento, pois se uma informação não está acessível na hora em que for solicitada, ela perde seu valor. Portanto, esse crescente volume de informações geradas nas corporações exige a conversão de documentos em papel para o meio digital. Com o intuito de melhorar a gerencia desses documentos e por conseqüência dessa informação a GED (Gestão Eletrônica de Documentos) veio por meio da tecnologia, prover um meio para gerar, armazenar, controlar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. Os Sistemas de Gerenciamento eletrônico de Documentos não são simplesmente sistemas de gerenciamento de arquivos. A GED é mais, pois ela programa a categorização de documento, tabelas de temporalidade, ações de disposição e controla níveis de segurança.A GED permite inúmeras vantagens dentre elas se destacam: diminuição no tempo de transmissão dos documentos, possibilidade de um mesmo documento ser examinado, simultaneamente, por várias pessoas e até mesmo diversos departamentos, diminuição dos custos operacionais e preservação do conhecimento da empresa. Para que tais benefícios sejam atendidos, é necessária uma estrutura básica para o sistema de GED, como, computadores (tanto a parte de hardware como a de software), impressoras, scanners, e outros dispositivos de entrada, visualização e saída de imagens. Nesse contexto, esse trabalho abordou os dispositivos de visualização e saída de imagens que são dispositivos que exibem dados e informações processadas pelo computador, também chamados de unidades de saída (no inglês input/output - I/O). Por outras palavras, permitem a comunicação no sentido do computador para o utilizador. Analisamos quais são esses dispositivos, como funcionam, qual tecnologia empregam e para quê são utilizados.
Autores: Ana Claudia Gelenski, Debora Czornobai Ferrari, Gabriela Rodrigues Dauricio, Rosa Luiza Brites Shtorache, Rubens Rodrigo Fernandez Alcaraz.
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